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histórico de exposições

EXPOSIÇÕES / FESTIVAIS / OCUPAÇÕES ARTÍSTICAS / PROGRAMAS DE RESIDÊNCIAS / INTERCÂMBIOS / AÇÕES COLABORATIVAS / PROGRAMAS INTEGRADOS MULTIDISCIPLINARES / PROJETOS ESPECIAIS                                                                                                                                                     

2022, LABIRINTOS REVISITADOS, exposição individual do fotógrafo Penna Prearo no SESC Bom Retiro. A curadoria da exposição é dividida entre Agnaldo Farias e Baixo Ribeiro.



2022, ADAM NEATE, DIMENSIONAL, primeira exposição individual do artista britânico no Brasil, apresentando trabalhos inéditos, nos quais a pintura acontece sobre painéis de madeira que tem sua superfície recortada em pedaços e remontada para formar figuras em relevo.

2022, ESPUMA DELIRANTE, exposição individual do artista Rafael Silveira propõe uma experiência imersiva com a sala expositiva dividida em três espaços distintos: sala de projeções mapeadas sobre quadros com molduras esculturais; sala com projeções mapeadas em 180 graus; sala de esculturas em grandes formatos.

2022, XILOGRAVURA, exposição coletiva no SESC Consolação (curadoria com assistência de Laura Rago), com J Borges, Romildo Rocha, Derlon, Samuel Casal, Lau Guimarães e os coletivos Armazém, Grupo Xicra, Paulestinos, e as oficinas Tipográfica São Paulo, Piratininga e Lira Nordestina. O espaço expositivo foi transformado em oficina permanente de gravura durante todo o período da exposição.

2022, GOIVAS E ESTILETES, exposição do artista contemporâneo Daniel Melim em diálogo com o artista moderno Lívio Abramo (1903-1972). A mostra identifica através de textos e vídeos, as conexões entre as obras dos artistas, apresentando os contextos políticos, históricos, estéticos e sociais nos quais os artistas estiveram e estão inseridos.

2021, OS BONS VELHOS TEMPOS, exposição individual de Mariana Martins apresenta esculturas, dioramas e assemblages formadas por objetos colecionados pela artista, entre miniaturas, peças de porcelana, brinquedos entre outras categorias. A exposição é um estudo sobre a memória.

2021, SOBERANA ZIZA, primeira exposição individual da artista discute a questão do apagamento da memória negra e escrava no Brasil. Através de uma instalação imersiva, objetos e tecidos impressos em sublimação, a artista desenvolve sua tese. A exposição é parte de um projeto que inclui também a pintura de um mural no Sesc Santana e performances da artista no bairro da Liberdade.

2021, CAVERNA, exposição individual do artista TEC com co-curadoria de Baixo Ribeiro e Laura Rago. A exposição apresenta doze telas pintadas em processos específicos de ação rápida. As performances de pintura foram filmadas e transformam-se em animações, vídeos e time-lapses, sendo que algumas foram apresentadas como peças digitais (NFTs).

2020, ARMAZÉM E COLETIVO ELZA, exposição coletiva em formato virtual com curadoria de Juliana Crispe apresentando mulheres artistas que atuam na cidade de Florianópolis. O projeto deu início a um programa de mapeamento de movimentos artísticos locais, chamado #redechoque.

2020, MULHER DÁ LUZ, MULHER DÁ VIDA, exposição coletiva em prol da Organização Mulheres da Luz. Exposição virtual com os artistas Alê Jordão, Coletivo Bijari, Daniel Melim, Jaca, Mariana Martins, Narcélio Grud, Rafael Silveira e Tec.

2020, CONEXÕES URBANAS, exposição coletiva no SESI, Centro Cultural Fiesp, com os artistas Alê Jordão, Coletivo Bijari, Daniel Melim, Guilherme Teixeira, Jaca, Mariana Martins, Narcélio Grud, Presto, Rafael Silveira e Tec.

2019, EM CHOQUE, exposição coletiva no estúdio do artista Alê Jordão, no Itaim, São Paulo. Mostra em co-curadoria com Laura Rago. Artistas: Alê Jordão, Coletivo Bijari, Daniel Melim, Jaca, Mariana Martins, Narcélio Grud, Rafael Silveira e Tec.

2019, DHAMMA, exposição individual do artista cearense Narcélio Grud – mostra 14 grandes esculturas interativas e sonoras no espaço da galeria Choque Cultural na Vila Madalena, São Paulo. Lançamento do livro DHAMMA.

2019, I LOVE SP, individual multimídia do artista Alê Jordão - exposição imersiva no espaço da galeria Choque Cultural associada a instalação urbana na Praça José Afonso de Almeida, Vila Madalena. O artista também realizou a nova fachada da galeria.

2019, DHAMMA, Lançamento o livro-catálogo da exposição de mesmo nome, individual do artista Narcélio Grud no Espaço Cultural Barão de Camocim, Fortaleza, Ceará. Mostra de esculturas interativas e sonoras. Associada à exposição, Narcélio realiza instalação de escultura sonora no espaço público (Praia de Iracema) e no jardim do ECBC. Co-curadoria com Dodora Guimarães.

2018, CONEXÕES URBANAS, programa de exposições com itinerância por equipamentos do SESI. Reúne artes instalativas de Alê Jordão, BijaRi, Daniel Melim, Mariana Pabst Martins, Jaca, Matias Picon, Narcélio Grud, Guilherme Teixeira, Rafael Silveira, Liquid Media Laab e Tec. As exposições objetivam conectar os equipamentos culturais à cultura urbana local, ativando espaços  e agentes culturais de cada cidade e inserindo-os num contexto de rede. Em 2018, “Conexões Urbanas” aconteceu nas cidades de São José do Rio Preto, São José dos Campos e Itapetininga.

2018, MURAL DA ESCUTA, intervenção urbana na Cidade Universitária, na Praça da Reitoria em parede de 85 x 5 metros no prédio do antigo MAC-USP. Artistas participantes: Daniel Melim, Simone Sapienza Siss e Laura Guimarães. Fez parte do programa da intervenção, entrevistas e ações educativas com a comunidade universitária, produzindo um conteúdo reunido em dois vídeos sob direção da cineasta Sylvia Seganfredo Sanchez.

2017, ILUMINATA, exposição individual de Alê Jordão no espaço do Itaim, apresentando esculturas em neon, objetos com iluminação programada, fotografias e objetos refletivos, back lights e oficinas abertas ao público com demonstrações do trabalho com vidro e gases neônio (neon) e argônio.

2017, MANUSCRIPT REPLICA, exposição individual de Mariana Martins no espaço do SENAC LAPA Scipião, apresentando colagens em diferentes dimensões: colagens planas, tridimensionais, assemblagens e de escala arquitetônica (paredes internas do prédio com colagens de cartazes-lambes).

2017, CIRCONJECTURAS, exposição individual do artista Rafael Silveira no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, sob direção de Agnaldo Farias. A exposição imersiva, composta por pinturas,  instalações interativas e obras participativas bateu recorde de público (100 mil visitantes).

2017, MATIAS PICON, exposição individual do artista Matias Picon no espaço da Choque Cultural na Vila Madalena

2017, CHOQUE NO ITAIM, exposição coletiva com os artistas Ale Jordão, Daniel Melim, Narcélio Grud, Mariana Martins, BijaRi, Jaca, Tec, Rafael Silveira em galpão fabril e estúdio do artista Alê Jordão

2017, ELEVADOR, instalação de obra de arte de Daniel Melim para ser vista de dentro de um elevador. Coleção Flávia e Rodrigo Terpins.

2016, 10 ANOS DE PRODUÇÃO GRÀFICA DA CHOQUE CULTURAL, exposição de gravuras produzidas pela Editora Choque Cultural em seus quine anos de atividade, no Centro Cultural Dragão do Mar, Fortaleza, Ceará.

2016, TAPUME, Japan House, instalação do artista Matias Picon e Estúdio Choque, em painel durante a construção do espaço.

2016, JACA NO FAROL, exposição individual do artista Jaca no espaço do Instituto Choque Cultural no Centro de São Paulo.

2016, Ó CHÁ, exposição-ocupação de Mariana Martins, apresentando pinturas e colagens em folha de ouro numa casa de chá na Vila Madalena, onde além da exposição aconteceram oficinas sobre a cultura do chá no Brasil.

2016, SPLIT ALÊ JORDÃO & DANIEL MELIM, exposição colocou lado a lado, esculturas de neon do artista Alê Jordão e um políptico de telas de Daniel Melim.

2016, CHÁ NO ANHANGABAÚ, instalação-oficina para lançamento do Coletivo Artes & Hortas, durante evento que aconteceu no Anhangabau, embaixo do Viaduto do Chá, local onde até o começo do Século XX havia uma plantação de chá.

2016, SANJA MATSURI, exposição da fotógrafa Fernanda Mariano sobre tatuagens da Yakusa (máfia japonesa), uma mostra com imagens inéditas das tatuagens de mestres da tatuagem oriental, como Horiioshi III e Horikasu.

2016, PRAÇA SIMPATIA, instalação urbana permanente e multimídia que ocupa espaço público arborizado. O projeto faz parte do programa de ocupações artísticas Artes & Hortas, iniciativa do curador Baixo Ribeiro, com a participação principal do artista Ale Jordão e conjunto de esculturas/mobiliários/iluminação.

2016, MOBI CULTURAL, exposição coletiva de veículos de arte, associada ao festival de vídeos sobre mobilidade urbana MOBIFILM, com a participação dos artistas Alê Jordão, Narcélio Grud, BijaRi e Bicicloteca.

2016, I FEIRA DE POESIA URBANA E LAMBE-LAMBES, programa extenso com exposição de cartazes em instalação de site specific na Choque Cultural, oficinas educativas, debates e ações experimentais, como o “Poesia-Passeio” e o “Sarau Eletrônico”, com participação da artista Mirian Steinberg e coletivos e autores de poesia urbana.

2016, POESIA NO CONCRETO, Mostra urbana de Poesia e Poemas Visuais realizados em diversas mídias – cartazes, projeções, graffiti, instalações sonoras e intervenções urbanas, com participação dos Coletivos Transverso, Paulestinos, Artes&Hortas e dos artistas Lau Guimarães e VJ Suave entre outros.

2016, LABCIDADE II – Mostra urbana focada em esculturas móveis não motorizadas, com participação dos artistas Guto Lacaz, Coletivo BijaRi, Narcélio Grud e Alê Jordão, entre outros. Rua Aberta Medeiros de Albuquerque, Vila Madalena.

2016, LABCIDADE – Mostra urbana focada na produção de vídeo-projeções, com participação dos artistas Regina Silveira, Lucas Bambozzi, Gisela Domschke, Tec, Daniel Melim, entre outros. Rua Aberta Medeiros de Albuquerque, Vila Madalena.

2015, CIDADES INVISÍVEIS SP/NYC – Programa de exposições dentro e fora do CCSP e ciclo de palestras e eventos. A Ciclo-Cultura nas Cidades Contemporâneas”, Centro Cultural São Paulo, São Paulo.

2015,  PONTE CENTRO - Mostra de Intervenções temporárias. A mostra ocorre no entorno do Anhangabaú, com trabalhos dos artistas Regina Silveira, Coletivo BijaRi, Rodrigo Bueno entre outros. Primeira fase: Praça dos Correios, Centro, São Paulo.

2015, Exposição “De Dentro e De Fora - 2015”. Coletiva apresenta os artistas Tec, BijaRi, Mariana Martins entre outros, com trabalhos objetuais dentro da galeria e intervenções artísticas no espaço público próximo à galeria Choque Cultural, São Paulo.

2014,  FEITO POR BRASILEIROS - Exposiçãono antigo Hospital Matarazzo. Curadoria de novas linguagens. O programa curatorial reúne tecnologia digital e arte urbana com o Coletivo multidisciplinar LabCidade, formado por Alexandre Vianna, Eduardo Fernandes, Felipe Brait, Matias Picon e Daniel Melim.

2014/15, PONTE BARRA FUNDA - Mostra permanente de arte temporária , São Paulo. A mostra ocupa o espaço público no bairro da Barra Funda com obras dos artistas Regina Silveira, Paulo Von Poser, Carla Caffé, Tec, Coletivo 6emeia, Presto, Ônio entre outros. Curadoria independente, produção colaborativa e em rede com parceiros como UNESP Instituto de Artes, Escola da Cidade e Faculdade de Arquitetura da USP.

2014, CHOQUE NO SANTANDER - Mostra participativa– Curadoria para instalações interativas e interferências na rotina diária da torre de escritórios do Banco Santander, com o Coletivo SHN.

2013, UM PAÇO AO SEU ALCANCE - curadoria e produção da exposição individual do artista Carlos Dias no Paço das Artes USP, em São Paulo.

2011/12, OCUPAÇÃO HOTEL CENTRAL -  curadoria – programa multimídia de eventos integrados – arte urbana, cartazes, música, oficinas, encontros, projeções, intervenções urbanas. Centro, São Paulo.

2011/12 , OCUPAÇÃO PIZZARIA DA JOÃO MOURA curadoria- programa multimídia de eventos integrados – arte urbana, pôster art, música, oficinas, encontros, projeções, intervenções urbanas. Pinheiros, São Paulo.

2011, DE DENTRO E DE FORA - Exposição internacional - Curadoria e produção . Coletiva com os artistas JR, Invader e Remed (França), Swoon (EUA), Point (República Tcheca), Tec, Defi e Chu (Argentina) e Coletivo BijaRi (Brasil). Museu de Arte de São Paulo, São Paulo.

2010, CHOQUE EM BASEL - Curadoria do programa experimental de Arte integrada à cidade, com exposições, intervenções urbanas e programa educativo, em associação com a Stiftung Brasilea. Basel, Suíça

2009, DE DENTRO PARA FORA, DE FORA PARA DENTRO - Curadoria da exposição coletiva com os artistas Stephan Doitschinoff, Daniel Melim, Carlos Dias, Titi Freak, Ramon Martins e Zezão. Museu de Arte de São Paulo, São Paulo.

2008, EUROPEAN TOUR - Curadorias de exposições em Londres, Brighton, Paris, Tolouse e St Tropez, em parceria com instituições OContemporary Gallery, Natalie Duchamp e Instituto educacional IGS.

2007, RUAS DE SÃO PAULO: A Survey of Brazilian Street Art - Co-curadoria da exposição , com os artistas Fefê Taavera, Speto, Onesto, Highraff, Kboco, Titi Freak, Zezão e Boleta. Jonathan LeVine Gallery, NY, EUA.

2006, CHOQUE CULTURAL NA FORTES VILAÇA, FORTES VILAÇA NA CHOQUE CULTURAL - Co-curadoria no programa de intercâmbio com a galeria Fortes Vilaça, resultando em duas xposições simultâneas mais palestras, visitas guiadas, intervenções urbanas e edição de múltiplos. Teve a participação dos artistas: Vik Muniz, Beatriz Milhazes, Adriana Varejão, Ernesto Neto, Leda Catunda, Luiz Zerbini, Janaina Tchape, Mauro Piva, Erica Verzutti, Zezão, Titi Freak, Andrei Muller, Highraff, Renan Cruz, Fefê Talavera e Nunca.

2006, SPRAY: O Novo Muralismo Latino-Americano - Curadoria do programa composto por duas exposições subsequentes, seminário, publicação e participação dos artistas Speto, Vitché, Ise, Renan Cruz, Pjota, Kurru entre outros.

2006, TERRITÓRIO OCUPADO - Co-curadoria de programa com exposição coletiva e edicção de catálogo sob direção de Emanoel Araújo. Com a participação dos artistas Speto, Nunca, Daniel Melim, Ciro Schunemann, Onesto e Caboco. Edição de livro. Museu Afro Brasil, São Paulo.

2005, NUNCA & CARAJÁ - Programa colaborativo com participação dos artistas Nunca, de São Paulo, e Pedro Carajá, do Araguaia, resultou em exposição do artista Nunca e edição de múltiplo intitulado "toy art Carajá", boneco esculpido em madeira por Pedro Carajá e pintado (customizado) por Nunca. 

2005, CATALIXO - Programa formado por exposição coletiva e intervenção urbana, eventos integrados e associados a palestras e mesas de conversa entre artistas e público. A Expo Catalixo teve a participação de cerca de cinquenta artistas urbanos com obras e intervenções feitas diretamente nas paredes da galeria, num processo colaborativo orgânico e que teve continuidade por todo o período expositivo. A Expo Caçamba constou de um conjunto de seis caçambas estacionadas na rua em frente à galeria que serviram de suporte para instalações artísticas temporárias no espaço público. participaram os artistas: Herbert, Vitché, coletivo Lambda Lamb, MZK, Sesper, coletivo SHN, Coletivo Base V entre outros.

2004, CALAVERAS - Exposição coletiva da qual participaram 15 artistas urbanos e 15 tatuadores com obras inspiradas pelo "Dia de los Muertos", referência ao dia 2 de Novembro, data inaugural do espaço Choque Cultural. 

 

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